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Meu trabalho não teria nem começo, não fossem as mães. (Obviamente que nem a minha própria existência teria começo, não fosse a minha mãe, mas essa já é uma outra história, bem mais longa, rs).

Hoje, dia escolhido para celebrar as mães, resolvi tirar as teias do blog, e postar fotos de algumas queridas mães, e/ou de mães queridas – não necessariamente nessa mesma ordem – ou fora de ordem mesmo, onde tudo parece ganhar mais sentido.

Falar delas (as mães) é bem difícil. É como tentar explicar a cor azul do céu, a existência de Deus, ou mesmo onde mora o amor. Nisso, as crianças são mestras! Eu, que tentando relembrar essa mulher beirando os 30, que nela mora uma criança, vou tentar com minhas imagens expressar a importância desses seres-de-outro-planeta. Porque pra ser mãe, vamos combinar, é preciso ter algo de divino. Algo de colo gostoso, de mão macia, de fala firme e ao mesmo tempo amorosa. Cada mãe tem seu jeito, lógico. E acredito que cada criança tenha a mãe perfeita pra ela. (O que não torna a mãe um ser perfeito, mas sim, a mãe certa pra cada um). Sua mãe precisava ser sua, e você precisava ser filho(a) dela. Tinha que ser assim. Não encaixaria de outra forma. E cada mãe tem um desafio pro seu filho – e também uma solução.

Datas comerciais à parte, é justo que haja um dia só pra elas. Na minha história como fotógrafa, já passaram tantas mães. Cada uma com seu jeitinho, todas elas – sem exceção – tinha sua forma de corujice. Sempre me encantei com isso. As gravidinhas, tão plenas, tão lindas. Todas, incrivelmente bonitas! É que elas vestem amor; As recém-mães, confiando em mim para registrar os primeiros momentos de vida de seus filhos; As mães que acompanhei nos partos, gratidão profunda por elas também; As mães de crianças de diferentes idades, de adolescentes, de um filho, dois, três ou até quatro; as mães festeiras, animadas, prendadas, amorosas, alegres, fofas, curiosas, carinhosas. Aquelas que me mandam fotos do bebê depois do nascimento e me arrancam suspiros no meio de um dia cheio; Aquelas que viram amigas, e contam novidades do bebê, mandam fotos mês a mês, fecham outros pacotes, me reconvidam para outros momentos na vida de seus filhotes. Toda vez que isso acontece, meu coração flutua: “missão cumprida”. Acompanhar as famílias é o que mais tem me preenchido no trabalho como fotógrafa. É maravilhoso registrar as vidas mudando, as famílias crescendo, se completando. Minha sensação é que meu coração vai se expandindo, como se cada mãe me ensinasse a fazer essa arte delas. Porque ser mãe é poesia pura.

Às minhas clientes-mães queridas, mães-amigas e amigas-mães, meu eterno e mais profundo agradecimento. Registrar a vida de seus filhos me enche de amor, de uma forma que eu jamais poderia colocar em palavras.

A minha poesia, vocês me dão de mão beijada: é a troca entre vocês diante dos meus olhos, das minhas lentes, do meu coração.

Pra sempre, obrigada.

Deus abençoe cada uma de vocês!

 

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