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Conheci o Theo quando ele tinha 40 dias de vida. Fizemos um “newborn” um pouco além do tempo, mas que ficou uma fofura! Ele, um bebê gordinho, carequinha, com um olhar muito expressivo e uma boquinha carnuda. Não tinha erro. Ele tinha uma carinha de bravinho que era irresistível.

A Fabi e eu temos um grande amiga em comum, e senti como se já a conhecesse.  Ela e o Jefer são um casal super querido, nos demos bem logo de cara. As fotos foram na minha casa, e deu tudo tão certo, mais ainda do que podíamos esperar. Tinha um gostinho de conhecido, e tudo foi feito com um carinho sem tamanho. Eu ainda tinha uma parceria nessa época, e nós duas ficamos apaixonadas pelo Theo. Gente, era impossível não ficar.

Pouco depois da entrega dessas fotos, eles resolveram fechar o acompanhamento (que na época, era mês a mês). E então, começamos nossa convivência. Todo mês eu chegava na casa da Fabi cheia de trecos, e encontrava aquele bebê fofo me encarando. A gente brincava que ele me via e pensava “ai, lá vem ela com esse treco pra cima de mim…”. O fato é que a gente se divertia muito. O Theo topava tudo, brincava, e por volta dos três meses, ele começou a sorrir muito pra mim. Eu me derretia… E o meu “bebê bravinho” foi se tornando “bebê risadinha”. Foi lindo ver as mudanças nele. Aos poucos, fios loirinhos de cabelo começavam a aparecer. Começou a ficar de bruços, virar, sentar, engatinhar…Os dentinhos chegaram e deixavam seu sorriso ainda mais encantador. Uma vida se transformando. Tudo isso capturado pela minha lente – e coração (que se misturam sempre – ainda bem).

E assim, entre trocas entre nós duas, encontros fora das sessões, um vínculo nascia. E sinto que é um vínculo que não acaba aqui.

Theo, eu cresci com você. Eu amadureci nas fotografias, conforme seu crescimento. E fui entendendo que quanto mais simples, quanto menos planejado, quanto mais leve, melhor. Te ver se transformando de bebê para menininho, foi uma das coisas mais mágicas que já experimentei. De verdade. Você vai ser sempre o meu xodó, o “bebê bravinho” que me ensinou a largar certezas e deixar com que as surpresas chegassem. Obrigada, pra sempre.

Feliz pelo seu primeiro aninho de vida. Que seja tão doce quanto você. E quando porventura não for, ao seu lado existe uma mãe tão incrível, que fará tudo pra tornar seus dias mais felizes. Você já sabe disso. Que seu pai te ensine a voar, literal e metaforicamente. É preciso ter asas, e raízes. Que sorte, Theozinho, você tem os dois.

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